- Discente:
- Marcia Pires dos Santos
- Orientador(a):
- Marta Regina Brostolin
- Resumo: O presente trabalho está vinculado à linha de pesquisa Práticas Pedagógicas e suas Relações com a Formação Docente, do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Católica Dom Bosco (PPGE-UCDB). O problema de pesquisa originou-se de questões que contribuíram para uma compreensão melhor de como acontece o processo de inclusão de crianças com deficiência na Educação Infantil dos CEIs de Bonito e quais as dificuldades e possibilidades encontradas para superar os desafios vivenciados no processo de inclusão? A pesquisa tem por objetivo analisar o processo de inclusão das crianças com deficiência na Educação Infantil nos CEIs de Bonito - MS e por objetivos específicos: identificar as crianças com deficiência matriculadas na Educação Infantil nos Centros de Educação Infantil de Bonito - MS; investigar a formação dos professores, dificuldades e desafios enfrentados no trabalho com as crianças com deficiências; compreender o conceito de inclusão a partir das políticas e legislações oficiais e levantar os recursos disponíveis e as orientações oferecidas pela Secretaria Municipal de Educação para o trabalho pedagógico com crianças com deficiências. A pesquisa ancora-se teoricamente em autores como Kramer, (1993, 1995); Kuhlmann, (2001,2015); Oliveira, (2002) e Brostolin; Rosa (2014) sobre o histórico do atendimento da criança no Brasil; Jannuzzi (2012. Drago (2014) referentes à inclusão e exclusão no Brasil sobre o atendimento das pessoas com deficiência dentro do sistema regular de ensino e Carvalho (2005); Mantoan; Prieto (2006) para falar sobre os desafios da inclusão na educação infantil. A pesquisa foi realizada em três Centros de Educação Infantil - CEIs, com quatro professoras regentes e uma professora da Disciplina de Artes e Movimento, tendo como critério de escolha professores que tinham criança com deficiência na sala de aula. Os instrumentos utilizados para a coleta de dados foram a entrevista semiestruturada e a pesquisa documental. A análise dos dados organizou-se a partir dos objetivos da pesquisa e por meio de quatro eixos temáticos: Eixo 1- Perfil dos professores. Eixo 2- As experiências docentes na Educação Infantil. Eixo 3- Formação e orientações oferecidas pela SEMEC. Eixo 4 – Políticas de Inclusão. A pesquisa evidencia ser fundamental que o professor conheça a deficiência de seu educando, suas capacidades e necessidades individuais, assim como ter recursos adequados para promover a aprendizagem dessa criança. Constatou-se também a necessidade de trabalho colaborativo entre os profissionais dos CEIs, por meio da comunicação que permita a troca de informações sobre as dificuldades das crianças e a organização do trabalho pedagógico em equipe.
Palavras-chave: Educação Infantil. Criança com deficiência. Inclusão. CEIS. - Data da Defesa: 05/03/2020
- Download: Clique aqui
quinta-feira, 2 de julho de 2020
A INCLUSÃO DA CRIANÇA COM DEFICIÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL NOS CEIS DE BONITO - MS
terça-feira, 30 de junho de 2020
PLANEJAMENTO COLABORATIVO NA EJA – UMA EXPERIÊNCIA BASEADA NO DIÁLOGO ENTRE COORDENAÇÃO, PROFESSORES E TECNOLOGIAS
- Discente:
- Giovana Barreto Nogueira Scavassa
- Orientador(a):
- Maria Cristina Lima Paniago
- Resumo: A dissertação faz parte da conclusão do Mestrado em Educação, realizado pelo Programa de Pós-graduação, Mestrado e Doutorado em Educação da Universidade Católica Dom Bosco - UCDB, e pertence à linha de pesquisa Práticas Pedagógicas e suas Relações com a Formação Docente. O estudo objetivou analisar o processo desenvolvido na prática do planejamento colaborativo na Educação de Jovens e Adultos (EJA) de uma escola do município de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Baseou-se na percepção dos docentes sobre sua prática pedagógica e no diálogo permanente com a coordenação, identificando o uso das tecnologias a favor do processo de elaboração e aplicação do planejamento nessa instituição e analisando as ferramentas inseridas na proposta do planejamento colaborativo; o processo de construção do planejamento colaborativo com as tecnologias; e as implicações do planejamento colaborativo na prática. Para tanto, é uma pesquisa qualitativa com a utilização da entrevista narrativa como instrumento de coleta de dados, além da construção do estado do conhecimento e do referencial teórico sobre a prática do planejamento colaborativo no contexto da EJA. A partir da análise dos dados foi possível perceber a importância do planejamento colaborativo como prática pedagógica e observar que a participação de todos na organização dos estudos foi fundamental para potencializar o trabalho em equipe. Os professores obtiveram ganhos significativos em suas ações e puderam estabelecer relações de trocas e parcerias, além da obtenção de ganhos em relação à frequência e permanência dos alunos nas aulas. Também foi possível constatar que o uso das tecnologias foi fundamental para facilitar os “encontros” e trocas de ideias entre os pares. Constataram-se também alguns fatores que prejudicam o andamento do trabalho, como a falta de estrutura física e material. As formações externas são pouco voltadas para as reais necessidades da EJA, e os poucos encontros previstos em calendário, além da falta de autonomia para organização de estudos da própria equipe, dificultam um pouco. Portanto, como principais considerações, apresenta-se a relevância da proposta do planejamento colaborativo aos professores da EJA, desde os aspectos teóricos à importância do trabalho em equipe, para que a ideia sirva de inspiração a outras instituições. Acreditamos ter atingido os objetivos deste estudo e contribuirmos com sugestões e referências que possam ser aproveitadas por outros profissionais.Palavras-chave: Prática Pedagógica. Planejamento Colaborativo. Tecnologias.
- Data da Defesa: 18/02/2020
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sábado, 27 de agosto de 2016
Como identificar e parar os manipuladores: 8 dicas para mantê-los à distância ou se libertar - Preston Ni
- 13 de dezembro de 2014 /
- Relacionamento /
- By Psiconlinebrasil /
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Escrito por Preston Ni
“Há aqueles cuja principal habilidade é fazer girar as rodas de manipulação. É a sua segunda pele e se estas rodas param de girar, eles simplesmente não sabem o que fazer “.
– C. JoyBell C.
Manipulação psicológica pode ser definida como o exercício de influência indevida através da distorção mental e exploração emocional, com a intenção de tomar o poder, controle, benefícios e privilégios às custas da vítima.
É importante distinguir a influência social saudável da manipulação psicológica. A influência social saudável ocorre entre a maioria das pessoas, e faz parte do dar e receber das relações construtivas. Na manipulação psicológica, uma pessoa é usada para o benefício de outra. O manipulador deliberadamente cria um desequilíbrio de poder, e explora a vítima para satisfazer a sua vontade.
A maioria dos manipuladores possui quatro características comuns:
1-Eles sabem como detectar seus pontos fracos.
2-Uma vez encontrado, eles usam suas fraquezas contra você.
3-Por meio das suas astutas maquinações, eles convencem você a desistir de algo que você quer, a fim de servir aos interesses dele(a).
4-No trabalho, e situações familiares ou sociais, uma vez que o manipulador consegue tirar vantagem de você, ele ou ela provavelmente vai repetir a violação, até que você coloque um fim à exploração.
As causas da manipulação crônica são complexas e profundas. Mas independente do que impulsione o indivíduo a ser psicologicamente manipulador, não é fácil quando você está no outro lado, recebendo a agressão. Como alguém pode gerenciar com sucesso tal situação? Aqui estão oito chaves para lidar com pessoas manipuladoras. Nem todas as dicas abaixo podem se aplicar à sua situação específica. Basta usar o que funciona e deixar o resto.
1. Conheça os seus direitos humanos básicos
A orientação individual mais importante quando você está lidando com uma pessoa psicologicamente manipuladora é conhecer os seus direitos e reconhecer quando estão sendo violados. Contanto que você não prejudique os outros, você tem o direito de se defender e defender seus direitos. Por outro lado, se você trazer prejuízos para os outros, você pode perder esses direitos. A seguir estão alguns dos nossos direitos humanos básicos:
Você tem o direito de ser tratado com respeito.
Você tem o direito de expressar seus sentimentos, opiniões e desejos.
Você tem o direito à sua própria lista de prioridades.
Você tem o direito de dizer “não” sem se sentir culpado.
Você tem o direito de obter o que você paga.
Você tem o direito de ter opiniões diferentes dos outros.
Você tem o direito de cuidar e se proteger de ameaças físicas, mentais e emocionais.
Você tem o direito de criar a sua própria vida feliz e saudável.
Estes direitos humanos básicos representam as suas fronteiras.
É claro que a nossa sociedade está cheia de pessoas que não respeitam estes direitos. Manipuladores psicológicos, em particular, querem privá-lo de seus direitos para que eles possam controlar e tirar proveito de você. Mas você tem o poder moral e legítimo para declarar que é você, não o manipulador, quem está no comando da sua vida.
2. Mantenha distância
Uma forma de detectar um manipulador é ver se ela age com ´´perfis´´ diferentes na frente de pessoasdiferentes e em diferentes situações. Enquanto todos nós temos algum grau de diferenciação social, os manipuladores psicológicos tendem a habitar em condições extremas, sento altamente educados com uma pessoa e completamente rudes com outra, ou totalmente cuidadosos em um momento e ferozmente agressivos em outro. Quando você observar este tipo de comportamento a partir de um indivíduo, de modo regular, mantenha uma distância saudável e evite se envolver com a pessoa, a menos que seja absolutamente necessário. Como mencionado anteriormente, as razões para a manipulação psicológica crônica são complexas e profundas. Não é seu trabalho alterar ou salvá-los.
3. Evite a personalização e a auto-culpa
Já que a agenda do manipulador é procurar e explorar seus pontos fracos, é compreensível que você se senta inadequado, ou até mesmo se culpe por não satisfazer o manipulador. Nestas situações é importante lembrar que você não é o problema; você está simplesmente sendo manipulado para se sentir mal, ficando mais suscetível para entregar os seus poderes e direitos. Considere o seu relacionamento com o manipulador, e faça as seguintes perguntas:
Estou sendo tratado com respeito genuíno?
As expectativas e demandas dela sobre mim são razoáveis?
Existe apenas uma, ou as duas pessoas desta relação estão se doando para mantê-la?
Em última análise, eu me sinto bem comigo mesmo nesta relação?
Suas respostas a estas perguntas lhe darão importantes pistas sobre se o “problema” na relação é com você ou com a outra pessoa.
4. Coloque o foco neles, fazendo perguntas de sondagem
Inevitavelmente, manipuladores psicológicos vão fazer pedidos (ou exigências) de você. Estas “ofertas” muitas vezes fazem você sair do seu caminho para satisfazer as suas necessidades. Quando você ouvir uma solicitação irracional, às vezes é útil colocar o foco de volta no manipulador, fazendo algumas perguntas de sondagem para ver se ela(e) tem suficiente auto-consciência para reconhecer a injustiça da sua intenção.
Quando você fizer essas perguntas, estará colocando um espelho, de modo que o manipulador possa ver a verdadeira natureza do seu estratagema. Se o manipulador tiver um grau de auto-consciência, ele ou ela provavelmente vai retirar a demanda e recuar.
5. Use tempo a seu favor
Além de pedidos irracionais, o manipulador, muitas vezes, também espera uma resposta imediata de você, para maximizar a pressão e seu controle sobre você na situação. (Vendedores chamam isso de “fechar o negócio”.). Nestas situações, em vez de responder de imediato ao pedido do manipulador, considere usar o tempo a seu favor, e se distancie da sua influência imediata. Você pode exercer liderança sobre a situação simplesmente dizendo:
“Eu vou pensar sobre isso.”
Considere o quanto estas palavras são poderosas de um cliente para um vendedor, ou de você para um manipulador. Aproveite o tempo que você precisa para avaliar os prós e os contras da situação, e considerar se você quer negociar um acordo mais justo, ou se você ficará melhor dizendo “não”, o que nos leva ao nosso próximo ponto:
6. Saiba como dizer “não” – diplomaticamente, mas com firmeza
Para dizer “não” diplomaticamente, mas com firmeza, é preciso praticar a arte da comunicação. Efetivamente articulado, ele permite que você fique firme, ao mesmo tempo que mantém uma relação viável. Lembre-se de que os seus direitos humanos básicos incluem o direito à sua própria lista de prioridades, o direito de dizer “não” sem se sentir culpado, e o direito de escolher a sua própria vida feliz e saudável.
7. Enfrente os bullyings com segurança
Um manipulador psicológico também se torna um bullyinador quando quer intimidar ou magoar outra pessoa.
A coisa mais importante a ter em mente sobre os bullyinadores é que eles escolhem aqueles que eles percebem como mais fracos, por isso, quando você permanece passiva e complacente, tornar-se um alvo. Bullyinadores são covardes. Quando seus alvos começam a mostrar suas garras e lutar por seus direitos, muitas vezes recuam. Isto é verdade nos pátios das escolas, bem como em ambientes domésticos e de escritório.
8. Elenque as consequências
Quando um manipulador psicológico insiste em violar seus limites e não aceitam um “não” como resposta, fale das conseqüências.
A capacidade de identificar e afirmar conseqüências é uma das habilidades mais importantes que você pode usar para “se livrar” de uma pessoa difícil. Efetivamente articulada, a consequência dá uma pausa para manipulador, e o obriga a mudar do tirano ao respeitoso.
Fonte: Psychology Today
Fonte secundária: http://www.psiconlinews.com/2014/12/como-identificar-e-parar-os.html
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
As injunções da Sra. Ayoubi - Por Gregorio Vivanco Lopes
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